Meu café da manhã: uma bomba (barata) de energia

Um post meio fora da curva dos últimos posts, mas tudo a ver com o intuito do blog! Quem me conhece sabe que sou super ligada em questões relacionadas a alimentação saudável. Durante o ano passado, me reacostumando com a rotina de trabalhar fora, acabei me alimentando super mal e fazendo bem menos exercício do que estou acostumada. O resultado disso – além de uns quilos a mais na balança, que pra mim são o de menos – foi uma queda bizarra no meu preparo físico, aliada a uma sensação horrível: tristeza, falta de energia e preguiça infinita. Sempre me orgulhei de ser uma pessoa ativa e feliz, então esse ano me comprometi a voltar ao meu padrão normal!

Acredito muito que mudanças devem ser graduais, e tudo fica mais fácil quando gostamos verdadeiramente das coisas. Se alimentar de coisas que a gente não gosta, por mais saudáveis que elas possam parecer, acaba sendo muito pior do que comer mal. Não sou fã de fast food, e quando digo que “me alimentei mal”, o que quero dizer é: muita comida na rua, entre quentinhas e lanches, uma quantidade maior de comida, muito amido, muita coisa aleatória no meio da semana só pra me deixar mais feliz. Meu maior objetivo é sempre buscar o equilíbrio. Alimentação saudável pra mim diz respeito a isso, comer o que eu gosto (prioritariamente legumes, verduras e frutas, sou um brontossauro HAHA), sem neuras. Sou terminantemente contra o que se conhece como dieta. Restrição leva a compulsão, e como a adolescente com transtornos alimentares que fui, prefiro não descer essa espiral.

Sendo assim, resolvi começar pelo café da manhã! Além de estar experimentando com o vegetarianismo, curto muito a vibe do crudivorismo, e por isso estou adicionando cada vez mais alimentos crus a minha rotina. Como não tenho muito tempo de manhã, optei pelos smoothies, que nada mais são do que vitaminas superpoderosas e geladinhas. A que eu mais gosto, por exemplo, parece um milk shake de tão cremosa! Além de ser cheia de nutrientes, ela dá sensação de saciedade e me deixa de boa até a hora do almoço. 😀

Sem mais delongas, vamos a receita:

Ingredientes

  • 1 folha de couve (de tamanho médio. Corte o talo, mas não precisa tirar a parte do meio da folha)
  • 1 1/2 banana congelada (esse é o segredo! Deixo ela cortadinha no congelador na noite anterior, ou corto e congelo logo uma dúzia pra facilitar minha vida hehe #proletária)
  • 2 fatias de maçã (uso a verde porque gosto mais, mas pode ser qualquer uma)
  • talos dos vegetais da semana (opcional! Por exemplo: fiz macarrão de abobrinha na segunda, guardei os miolos pra vitamina. :D)
  • 1 colher de chá de marapuama (opcional também! eu uso em pó, comprei no Zona Cerealista).
  • Suco de 1/2 limão (essa semana estava me sentindo rica e comprei o siciliano, mas pode ser o limão proletário de todo dia HAHA)
  • Um punhado de folhas de espinafre
  • 1 copo de água filtrada (pode usar água de coco também, leite, leites vegetais…)

Entre as outras coisas opcionais que você pode adicionar: farinha de linhaça, catuaba em pó, guaraná em pó, chia e por aí vai. Eu gosto dos básicos e uso o que tiver em casa. Sem pó nenhum, só de fruta e vegetal já é maravilhoso! Uma adição que merece nota: cacau em pó. Fica igualzinho um milk shake de chocolate. ♥

Modo de fazer

Agora é que a receita fica difícil:

  • Bata tudo no liquidificador. Beba e vá ser feliz! hahaha

E é basicamente isso! Gosto de bater bem pra não sobrar pedaço de nada, porque não passo no coador. A banana congelada deixa a mistura suuuper cremosa e delícia. Também não coloco açúcar, ela dá conta de deixar tudo docinho na medida, com o toque de limão no fundo que é super refrescante! Adicionar açúcar a vitamina me parece meio contraproducente. Estou tentando tirar ele de tudo, mas do café continua difícil! haha

E vocês, o que tomam no café da manhã? Costumam consumir coisas mais sólidas? Que tal dar uma chance ao smoothie? Além de gostoso e saudável eles são lindos, a gente fica se sentindo uma celebridade fitness logo de manhã. HAHA <3

Resultado de imagem para green smoothie

ps: a foto não é minha, é só pra ilustrar. Ele fica basicamente assim. hahaha

Uma semana sem redes sociais

No início da segunda-feira resolvi dar tchau ao Facebook e ao Instagram. Não era um adeus, porque não gosto de medidas extremas, mas a sensação era quase essa. Além da leveza sentida logo após postar meu texto de despedida, minha semana pareceu durar o dobro do tempo. Eu trabalhei, li, pesquisei, estudei, assisti vídeos (o TED do post anterior foi o ponto alto do meu dia ♥) e me senti até um pouco perdida. No dia seguinte mesmo já pude notar algumas diferenças. Achei que seria ruim, que teria os sintomas comuns da abstinência e que me daria uma vontade enorme de voltar. Não sinto nada disso. Na realidade, isso foi a melhor coisa que eu poderia ter feito pelo meu início de ano

Mais do que o tempo gasto em tarefas inúteis – postar fotos de atividades cotidianas e descer o feed indefinidamente, por exemplo – as redes sociais nos tornam mais burros e mais tristes. Não sou eu que digo, diversas pesquisas começam a comprovar os malefícios do vício em internet e relacionados (eu queria citar tudo que li, mas joguem no google. Pesquisar aguça nossos sensos e nos torna mais espertos), e mesmo que o impacto disso na sociedade só possa ser medido a longo prazo, já dá pra ter noção agora. Basta abrir os olhos e observar com calma. Tenho percebido nestes cinco dias (e em outras vezes em que dei um tempo das redes sociais) que somente percebemos isso tudo olhando de fora. Esse texto possivelmente ficará enorme, mas tenho algumas considerações e questionamentos que gostaria de compartilhar. Como tudo que é bom vem em listas (mais um derivado do vício em redes sociais e sites rasos como Buzzfeed, talvez rs), lá vai mais uma:

Porque as atitudes alheias incomodam tanto as pessoas?

Viciados em redes sociais – em resumo, a maior parte dos usuários delas – não são muito diferentes de viciados em drogas ou álcool. Basta você cogitar sair ou sair que eles tentam te puxar de volta. Isso na realidade diz respeito a basicamente qualquer mudança de vida que se pretenda fazer. Já vi mais de uma vez pessoas resolverem começar uma dieta diferente, por exemplo, e os “amigos” terem reações por vezes até violentas. Seja buscando emagrecimento, saúde ou por questões éticas (evitar o consumo de carne, vegetais que não sejam orgânicos, etc), a reação das pessoas ao redor é sempre explosiva. Ninguém tem a mesma reação quando um amigo ou conhecido se alimenta prioritariamente de fast food.

Esse mesmo princípio – de que mudanças incomodam os outros – vale tanto pras redes sociais, como para atitudes como parar de beber ou fumar. Me dei conta recentemente de que as pessoas não processam essas reações. Elas não tem argumentos, no geral, e a reação é instantânea, violenta e infundada (especialmente se pensarmos que elas não tem nada a ver com isso). Uma explicação possível é a de que a massa se comporta de uma determinada forma, e qualquer coisa que quebre esses ciclos precisa ser expurgada (existem diversas pesquisas nesse sentido, ta aí mais uma oportunidade de pesquisa rs). É muito difícil hoje em dia encontrar círculos que apoiem as decisões, e essas pessoas costumeiramente são encontradas fora do círculo social de quem decide (como em grupos de apoio, igrejas, fóruns de alimentação e estilo de vida e por aí vai). Muitos destes itens nos levam, infelizmente, ao segundo item da lista.

A dependência na internet leva ao extremismo

É muito comum ver determinados grupos criticando igrejas e relacionados por pregarem visões extremas e “mente fechada” sobre determinados assuntos. Apesar de concordar com isso em muitos casos, a maioria das pessoas não se dá conta de que elas mesmas são extremistas. A internet facilitou – e muito – a vida dessas pessoas. Por exemplo: se alguém tinha visões preconceituosas específicas antes dela, provavelmente ia passar a vida sem conversar sobre com alguém ou, na melhor (ou pior) das hipóteses, encontrar um grupo local, costumeiramente pequeno. Com a internet, esses grupos são enormes, pois não dependem de localidade. Foi assim que nos últimos anos coisas aparentemente extintas como o fascismo, nazismo e similares voltaram a vida. Ela facilita mesmo pra encontrar pessoas com visões similares que morem próximas e que de outra forma não se conheceriam (não é como se – espera-se – alguém fosse colocar um cartaz de reunião nazista nos muros do bairro).

Com tudo, juntando religião, conservadorismo e movimentos sociais, o potencial da internet foi usado pra transformar o mundo num lugar ainda mais caótico e cheio de preconceito. Todo mundo pensa da mesma forma, não importa qual for o assunto. Sendo assim, todo mundo está certo. Se todo mundo está certo, alguma coisa está errada. Um subproduto desse sistema é a lógica burra que permeia diversos meios. Um exemplo que vi recentemente foi uma faixa escrito “miscigenação também é genocídio”. Grupo nazista? Nem de longe: manifestação do movimento negro. A primeira vista a lógica parece correta e – pra mentes acostumadas com o flood de coisas da internet e desacostumada a raciocinar por mais de cinco minutos sobre alguma coisa – a mão de compartilhar é mais rápida do que a capacidade de processamento do cérebro. Nisso, assuntos realmente importantes a diversas causas vão passando batidos, enquanto a disseminação do ódio é feita por todos os lados.

Isso me faz pensar em uma história que me aconteceu recentemente:

Nas redes sociais, você precisa fazer parte de algum grupo

Na vida real, nem tanto. Antes das redes sociais, a sexualidade de cada um dizia respeito somente a cada um, quando muito as pessoas com as quais cada um se relacionava. Com o advento das redes sociais com seus grupos, fóruns e páginas, a coisa toda tomou um outro espectro: você precisa fazer parte de alguma coisa e se reafirmar como tal. Sou uma pessoa muito suscetível a essas questões. Se alguém me repetir três vezes alguma coisa já me sinto convencida, e com isso vou me afundando em questionamentos, até me perder nos pensamentos. Demoro mais do que o tempo considerado normal hoje em dia para processar informações e opiniões. Longe de mim ser maria vai com as outras ou não ter opinião: eu só não fui construída pra processar as coisas de maneira leviana.

Sempre me considerei bissexual, desde a adolescência. No meu tempo não existiam as infinitas denominações que existem hoje em dia. Ninguém se dizia “cis não-binário” ou qualquer coisa com tantas sílabas e significados (ainda me esforço pra entender o que significa tudo). De uns tempos pra cá, comecei a conviver mais com mulheres lésbicas, participar de grupos, fóruns, festas, rodas de conversa. Não sei se vocês já passaram por isso, mas eu comecei a me sentir sobrecarregada de informações e pressionada a ter uma posição. Eu nunca expus minha sexualidade pra ninguém, sempre fui muito na minha. Nunca senti a necessidade de me reafirmar como alguma coisa, ou de participar de alguma coisa, porque acho que grupos cuja única motivação seja algo que não é uma real motivação nem deveriam existir (música é uma motivação. Cinema é uma motivação. Se reunir com pessoas que não tem nada a ver com você pura e simplesmente porque compartilham cor, gênero ou sexualidade? Nunca achei uma motivação válida).

Com tudo – textos, pessoas, opiniões, questionamentos – lá estava eu me sentindo mal, e culpando diversas coisas da minha vida em questões relacionadas a isso. Eu fiquei completamente cega. Meu relacionamento ia bem, minha vida ia bem, mas eu queria fazer parte. Eu queria fazer parte dos grupos e das páginas e dos círculos. Soa estranho, mas pare pra pensar: quantas coisas você fez ou deixou de fazer nos últimos anos pensando nos reflexos nas suas redes sociais? Soa superficial, também, mas pare pra pensar de novo: quantas coisas superficiais você posta por dia na internet? Exatamente. Todos estamos suscetíveis. Sair de tudo e me afastar das pessoas me fez questionar novamente coisas das quais eu achava ter certeza a duas semanas atrás. Porque sem a presença constante das redes sociais e da sensação de julgamento e observação alheios, eu fui me desintoxicando e perdendo essa necessidade.

Me sinto agora como me senti o resto da vida, antes das incursões no meio lésbico no ano passado e em um curto período do retrasado (em que cheguei a mesma conclusão, mas fui novamente engolida pela superficialidade das interações na internet): fluida, livre e não presa a convenções. Não sou hétero e não sou lésbica e não sou bissexual, sou a Dandara, uma pessoa que ama e se apaixona por pessoas. Que se sente atraída pelas pessoas pelo que elas tem a oferecer como seres humanos, e não por órgãos sexuais. Acho que isso vale inclusive um texto a parte.

O tempo é infinito sem as redes sociais

Eu vejo uma quantidade enorme de pessoas falando sobre o quanto não tem tempo, e acho que elas não se dão conta de quanto tempo é gasto diariamente postando, checando notificações e descendo o feed infinitamente. É realmente um vício, e como qualquer outro, é difícil admitir. Desde que me desloguei de tudo, meus dias parecem durar muito mais. Tenho visto um filme por dia. No trabalho, faço bem mais, com muito mais facilidade. Meus níveis de concentração vão gradativamente voltando ao que eram antes. Teve um dia essa semana em que eu nem sabia o que fazer com tanto tempo livre. Li metade de um livro nesse dia.

Dificilmente alguém é tão ocupado quanto diz ser. Somos levados a nos sentir ocupados, tudo nas redes sociais é arquitetado pra que a gente permaneça por lá descendo os feed infinitamente. Eles precisam da nossa permanência, porque geramos dinheiro. Nada ali é feito para de fato conectar as pessoas, porque eles não poderiam se importar menos. A falsa sensação de conexão, e a sensação de que perderemos contato caso não estejamos lá nos faz continuar. É libertador se livrar disso, garanto. Temos tempo pra todas as coisas. O tempo, aliás, não passa mais rápido do que passava antigamente, é tudo questão de percepção. Não estamos mais ocupados, estamos somente viciados e presos a isso.

Aquele tempo no ônibus descendo o feed? Dá pra ler, dormir, ouvir música, fechar os olhos e não fazer nada. O tempo gasto tirando mil selfies pra postar uma no instagram? Dá pra de fato aprender a fotografar. São tantas as possibilidades que nem caberia aqui escrever.

Conclusão

Sair das redes sociais foi a melhor coisa que fiz no meu ano – mesmo que ele esteja ainda no quinto dia de sua existência rs. Me sinto mais feliz, mais disposta, mais conectada comigo mesma. Desconfio, inclusive, que grande parte do período que passei em depressão tenha a ver com o vício em internet. A ansiedade também diminuiu, e me sinto agora muito menos aflita, com uma visão muito mais clara sobre a vida e o que preciso fazer. Recomendo fortemente que todos façam a mesma experiência. Pra quem ainda não se convenceu de que o vício em internet é tão forte quanto o vício em qualquer outra droga, dê uma pesquisada. Use a internet para algo realmente útil! Pare pra pensar de coração aberto e se dê conta de que ela pode estar consumindo os melhores anos da sua vida.

No mais – e pelo que me lembro com carinho – o mundo era muito melhor antes do facebook e do instagram. Espero que um dia todo mundo se dê conta. Espero também que não seja tarde demais.

Ser radical me deixou doente

Sabe quando o tempo passa e conseguimos enxergar os padrões de fora? Me sinto exatamente assim agora. Pode ser a proximidade com o meu aniversário (faltam dois dias só rs) ou com o final do ano, mas parei recentemente pra analisar minha vida e minhas escolhas em 2016/2017, e cheguei a uma conclusão: ser radical me deixou doente.

Pra quem não sabe – já falei diversas vezes, mas vai que – entrei num processo depressivo pesado do meio pro final do ano passado. No início desse ano a vontade de desistir de tudo era grande, mas graças a Deus encontrei pessoas e oportunidades incríveis que me ajudaram a dar a volta por cima. Como tudo na vida é processo não vou dizer que estou 100% todos os dias, mas hoje entendo que às vezes o 50% é uma grande vitória. Deixando essas questões de lado, vamos ao assunto do post.

O que é ser radical, afinal?

É possível ser radical de diversas formas, em diversas questões diferentes. Meu radicalismo, por exemplo, dizia respeito as questões que trato aqui: consumo, capitalismo, cadeia produtiva e relacionados. Primeiro foram diversos experimentos com alternativas pros cosméticos. Aliado a isso, um desespero muito grande de saber a origem de tudo que eu consumia. Pra muita gente, isso leva a uma vida com mais propósito e significado. Pra mim, em algum ponto, se tornou uma obsessão. Essa obsessão dava as caras das mais diversas maneiras: culpa por consumir alguma coisa que eu não soubesse a origem precisa, culpa por comprar qualquer coisa, mesmo que necessária, culpa por usar maquiagem. Era um esforço honesto que se transformou num caos. Eu fui afundando e afundando e afundando. Me vicio fácil em absolutamente qualquer coisa. Tenho uma facilidade enorme e triste para os vícios. Quando adolescente isso me levou a bulimia. Já fui viciada em jogos, em atitudes, tudo se torna obsessivo e eu perco a hora de parar. Com essas coisas não foi diferente.

Conto isso pra alertar você. Você mesmo, que acabou de assistir um documentário que mostra como as roupas das grandes redes são produzidas, ou sobre os animais, ou sobre o capitalismo. Você que ficou chocado e enojado e desesperado. Porque eu fiquei. Eu permaneço.

E como ser consciente sem cair na obsessão?

Como em tudo na vida, é preciso equilíbrio. Na forma de pensar, na forma de consumir. Eu fui ao extremo e me fez tão mal quanto estar na outra ponta – da pessoa que comprava sem pensar, usava sem pensar, descartava sem pensar. Se você não consegue lidar com o cabelo cheirando a cabelo e ama um shampoo cheirosinho, encontre algo que seja eco friendly e caiba no seu orçamento, por exemplo. Não se martirize tentando viver a base de vinagre e bicarbonato. Isso vale pra todos os cosméticos, na verdade.

Se você gosta de se vestir bem, além dos brechós existem lojas que produzem de maneira consciente sem custar um absurdo. Vale a pena pesquisar! Eu não deixei de me importar com nada que aprendi, eu só deixei o radicalismo de lado. No final do dia, não importa quanta coisa você deixou de fazer, se isso está te deixando miserável. Não vale muito mais a pena encontrar o meio termo? Pode parecer difícil, mas ele existe.

No mais, eu não quero ser uma dessas pessoas que produzem um quilo de lixo por ano. Não quero ser a pessoa que só usa cosmético natural feito em casa, nem a pessoa que não consome alimentos industrializados. Em algum ponto eu gostaria de ser essa pessoa. Eu admiro quem tem a fibra pra fazer isso, mas a minha saúde mental apenas não me permite.

E como foi bom me perdoar. Como está sendo bom tentar encontrar esse equilíbrio. Como é maravilhoso conseguir separar o que eu fazia pela influência da mídia e do meio das coisas que eu realmente gosto! No mais, espero encontrar cada vez mais o balanço perfeito pra minha vida. Porque ela é minha, no final, e só eu sei o que é melhor pra mim.

Espero honestamente que você tenha esbarrado com esse texto no início da jornada rumo a uma vida mais saudável e consciente! Espero que ele ajude a manter o pé no chão e traçar metas concretas e organizadas. Espero que você encontre o equilíbrio mais cedo, e viva uma vida repleta de realizações e amor ao próximo! Os tombos fazem parte, mas saber que existe ajuda torna tudo um pouco mais fácil. Acredite: existe ajuda! Qualquer coisa que precisar, estou aqui pra ajudar. <3